Quando falamos no “tempo” de uma peça, estamos a referir-nos à velocidade a que esta deve ser tocada. Muitas vezes, as partituras contêm uma palavra que serve para dar uma ideia da velocidade a que deve ser tocada: Largo, Adagio, Allegro, Presto, etc. Mas, claro, estas palavras não são medidas exatas e, dependendo de quem a está a tocar ou do estado de espírito em que essa pessoa se encontra, irá mais depressa ou mais devagar.
Para que todos estejam em sintonia, quem se encarrega de marcar o tempo nas orquestras é o maestro. Dependendo da velocidade a que move as mãos ao dar a deixa, a orquestra sabe em que “tempo” deve tocar a partitura. Queres experimentar? Ouve este excerto, clica no botão e tenta tocar à mesma velocidade!
Mas isto não é suficiente! As obras musicais estão repletas de momentos em que é necessário aumentar ou diminuir a velocidade para tornar a peça mais expressiva. A isto chama-se accelerando e ritardando. Quando isto acontece, é preciso manter os olhos bem abertos e prestar muita atenção ao gesto do maestro.
Queres ouvir um exemplo? Dá uma vista de olhos a